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Comparação entre (123)I e (131)I na terapia e no diagnóstico

dc.contributor.advisorIETSUGU, Marjorie do Val
dc.contributor.authorMARTINS, Débora Nunes de Campos
dc.date.accessioned2024-04-05T00:23:09Z
dc.date.available2024-04-05T00:23:09Z
dc.date.issued2012-12
dc.description.abstractA medicina nuclear é um ramo do diagnóstico por imagem responsável pelo diagnóstico e terapia de inúmeras patologias por meio da utilização de radionuclídeos. No diagnóstico, a medicina nuclear utiliza radionuclídeos, que são átomos radioativos, administrados internamente no paciente, fazendo com que a imagem seja obtida de dentro para fora. A junção do radioisótopo com substâncias farmacológicas origina os radiotraçadores que apresentam afinidade por órgãos de estudo uma vez administrados no paciente. Na terapia utiliza-se largamente o iodo radioativo (131I) contra câncer de tireóide e hipertireoidismo e, ainda, no diagnóstico de restos tireoidianos ou focos metastáticos de câncer de tireóide. Os radioisótopos 131I e 123I são utilizados em diagnóstico, contudo o 123I tem sido substituído pelo 131I. Associado, na terapia, o 131I é largamente utilizado em detrimento do seu isótopo radioativo. Dessa forma, comparando os dois radioisótopos, revisões sobre as suas características podem levar a um maior conhecimento sobre as suas utilizações no diagnóstico e na terapia, formando profissionais conscientes da radioproteção, visto que há a manipulação direta de materiais radioativos nesta área. O objetivo deste trabalho é descrever a produção dos radioisótopos 123I e 131I, comparar as imagens diagnósticas na utilização dos radioisótopos 123I e 131I e diferenciá-los quanto a possibilidade terapêutica. Foi realizada uma revisão de literatura sobre os radioisótopos 131I e 123I, considerando as produções destes radionuclídeos, assim como as suas características para utilização em terapia e diagnóstico de patologias que acometem a tireóide. Para a revisão de literatura foi consultado o acervo da biblioteca da FATEC-Botucatu e da UNESP- Campus de Botucatu e as bases de dados Scielo e Scopus. O radioisótopo 131I é produzido em reator nuclear, o que torna seu uso menos oneroso do que o 123I, que necessita passar por processos de purificação, o que eleva seu custo. Porém a dose absorvida do 131I pelo paciente é mais elevada o que não gera vantagem para este radionuclídeo. Contudo as imagens geradas com o 123I são consideradas melhores devido a sua energia ideal de fótons de 159keV e o tempo de meia vida do 123I, sendo de apenas 13 horas, o torna interessante para a utilização diagnóstica. O 131I é utilizado para terapia, em detrimento ao seu radioisótopo 123I, devido as suas características físicas de decaimento.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Superior de Tecnologia em Radiologiapt_BR
dc.identifier.citationMARTINS, Débora Nunes de Campos. Comparação entre (123)I e (131)I na terapia e no diagnóstico, 2012. Monografia (Curso Superior de Tecnologia em Radiologia) - Faculdade de Tecnologia de Botucatu, 2012pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/17168
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher112pt_BR
dc.subjectDiagnósticopt_BR
dc.subjectFarmacologiapt_BR
dc.subject.otherAmbiente e Saúdept_BR
dc.titleComparação entre (123)I e (131)I na terapia e no diagnósticopt_BR
dc.typeMonografiapt_BR

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