Os riscos da automedicação para a saúde da população: uma revisão integrativa
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059
Resumo
Introdução: A automedicação no Brasil é uma prática comum no cotidiano, porém os
riscos inerentes muitas vezes não são de conhecimento geral, e dentre os riscos
temos desde uma intoxicação até a dependência. O uso irracional de medicamentos
pode acarretar em problemas na saúde e é necessário que seja divulgado as
informações visto que se observa que a classe mais baixa da população é quem mais
sofre as consequências da desinformação. O trabalho dos farmacêuticos é importante
para esse quesito, pois os medicamentos mais consumidos sem prescrição médica
podem acarretar riscos a longo prazo. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi analisar
os riscos inerentes da automedicação para a saúde da população. Método: Este
trabalho foi realizado através de revisão integrativa da literatura, através e pesquisas
por artigos científicos publicados nas bases de dados PubMed, Scielo e Google
Acadêmico de 2016 a 2024, que destacavam os riscos da automedicação.
Resultados e conclusão: A revisão mostrou que a automedicação, apesar de reduzir
custos e aliviar sintomas, pode causar riscos como intoxicações, efeitos adversos,
dependência e o surgimento de superbactérias devido ao uso inadequado de
antibióticos. O abuso de analgésicos pode cronificar dores, prejudicando a saúde e
levando a internações, especialmente entre idosos. Conclui-se que a automedicação
é um problema de saúde pública que exige políticas preventivas e maior atuação do
farmacêutico. A orientação adequada é essencial para evitar complicações e garantir
o uso seguro e racional dos medicamentos.
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Palavras-chave
Citação
DUARTE, Edivania Carla; LAURINDO, Maria Gleicivane Andrade; MELLO, Andressa Ranzani Nora. Os riscos da automedicação para a saúde da população: uma revisão integrativa, 2024. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Farmácia) - Etec Dr. Francisco Nogueira de Lima, Casa Branca, 2024.