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A inserção de ex-presidiários no mercado de trabalho brasileiro: dificuldades e preconceitos

Resumo

O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 assegura que: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, (...)”, mas essa igualdade não é totalmente refletida na reintegração de ex-presidiários ao mercado de trabalho. Em 2019, apenas 18,9% dos ex-detentos tinham emprego, e 12,6% estavam estudando. Muitas vezes, a falta de educação e o preconceito dificultam ainda mais essa reintegração. Organizações como a APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) trabalham para promover a ressocialização e apoiar os ex-presidiários, defendendo seus direitos ao trabalho e à educação. Em São Paulo, muitos ex-presidiários enfrentam dificuldades para encontrar emprego, apesar de suas qualificações. Como alternativa, muitos têm buscado ao Microempreendedor Individual (MEI) para formalizar seus próprios negócios, superar a discriminação e conquistar autonomia financeira.

Descrição

Citação

SILVA, Alisson Jhonny Honorato da; OLIVEIRA, Letícia Barbosa de; SILVA, Moisés Alves das Neves; SANTOS, Nathiele Andrade dos. A inserção de ex-presidiários no mercado de trabalho brasileiro: dificuldades e preconceitos. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Técnico em Administração) - Etec de Poá, Poá, 2025.

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Governo do Estado de SP