Câncer de próstata: comparação entre cintilografia óssea e PET/CT 18F-NaF
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Resumo
O câncer de próstata é a modalidade de tumor mais comum entre os homens ocorrendo
normalmente na faixa etária dos 72 a 74 anos, estando em alto crescimento. Pode acarretar
acometimento ósseo, conhecido como metástases ósseas. Para uma melhor detecção desse
tumor é necessário, além dos exames laboratoriais, os exames por imagem, pois suas técnicas
são específicas e facilitam a avaliação do câncer e um possível tratamento. Para a realização
desses exames tem-se a cintilografia óssea e o exame de PET/CT 18 F-NaF. O objetivo deste
trabalho foi comparar a cintilografia óssea e o PET/CT 18F-NaF na avaliação da metástase
óssea no câncer de próstata. Correspondeu a um estudo qualitativo com base na revisão de
literatura, levantamentos bibliográficos, artigos, revistas e sites especializados. Na avaliação
de metástase óssea de câncer de próstata, a cintilografia óssea utiliza o radiofámarco 99mTc MDP e faz uso da gama-câmara, avaliando a parte funcional do paciente, através da radiação
gama. Já, na avaliação por meio do PET/CT, é utilizado o radiofármaco 18F-NaF por meio do
decaimento pósitron, avaliando a parte funcional e anatômica do paciente num único exame.
O PET/CT 18F-NaF possui uma captação óssea duas vezes maior que aquela da cintilografia
óssea com 99mTc-MDP, proporcionando localização exata da metástase logo no início da
doença. Todavia, é um exame caro e, por suas características não disponíveis amplamente à
população, faz com que a cintilografia óssea seja muito utilizada no diagnóstico de metástase
óssea, tanto pelo seu menor custo quanto pela sua maior disponibilidade.
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Citação
FUMIS, Mayara Aparecida. Câncer de próstata: comparação entre cintilografia óssea e PET/CT 18F-NaF, 2013. Monografia (Curso Superior de Tecnologia em Radiologia) - Faculdade de Tecnologia de Botucatu, 2013