Samba 4: como controlador de domínio
Carregando...
Data
Autores
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
004
Resumo
O crescimento das redes e o aparecimento de servidores dedicados provocou o abandono da filosofia de redes ponto-a-ponto, surgindo a adaptação dessas redes para um modelo cliente-servidor. Nesse contexto, os workgroups (grupos de trabalho) transformaram-se em domínios. Um domínio pode ser visto como um workgroup controlado. O acesso ao domínio não é livre, fica pendente de autenticação prévia por um servidor de domínio conhecido como PDC (Primary Domain Controller). Com a missão de controlar esse domínio, esse servidor é o controlador primário do domínio. Em um domínio, as máquinas em rede estão em uma hierarquia bem definida (essas máquinas são servidores ou clientes), os domínios possuem um conjunto de diretivas de segurança única nos controladores de domínio (servidores), e os usuários em estações clientes são autenticados por um servidor ao efetuarem login. O servidor PDC contém as contas de acesso que serão utilizadas pelo usuário para acessar os recursos existentes em outras máquinas, scripts de logon, sincronismo, manutenção, entre outras tarefas que podem ser definidas pelo administrador nessa máquina centralizadora de todos os serviços que o domínio oferece. Nesse cenário, os usuários são definidos no controlador de domínio e a eles são fornecidas permissões para utilizar os recursos do servidor. Devido à importância da segurança, da centralização e do gerenciamento da informação e considerando-se uma visão moderna sobre o conceito de servidores e redes de computadores, este trabalho propõe-se dissertar sobre o Samba, que é uma ferramenta poderosíssima, e livre, para o gerenciamento e controle de autenticação de máquinas clientes em um domínio.
Descrição
Palavras-chave
Citação
BERNACCHI, Tadeu. Samba 4: como controlador de domínio, 2013. Trabalho de conclusão de curso (Curso de Tecnologia em Segurança da Informação) - Faculdade de Tecnologia de Americana, Americana, 2013