Estudo comparativo entre os métodos de diagnóstico por imagem para a avaliação da doença renal policística autossômica dominante no adulto
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112
Resumo
Este trabalho avaliou a doença renal policística autossômica dominante e os diferentes exames
de diagnóstico por imagem usados para a sua detecção. Como a doença renal policística causa
diferentes distúrbios fisiológicos e ainda não possui cura comprovada, são oferecidos vários
tratamentos para o controle dos efeitos dos distúrbios secundários no organismo do paciente.
Porém, o transplante renal é a única forma de tratamento eficaz. Foram realizadas pesquisas
bibliográficas aprofundadas em livros de anatomia, fisiologia e da área de radiologia, além de
artigos científicos nas bases de dados Lilacs, Scielo, PubMed e ScienceDirect. Através do
processo de comparação, foi possível discutir qual o melhor tipo de exame para o diagnóstico
da doença renal policística autossômica dominante bem como a avaliação do seu progresso.
Para se diagnosticar e avaliar essa doença podem ser utilizados os métodos como tomografia
computadorizada, ressonância magnética convencional e com espectroscopia da urina,
cintilografia renal estática e dinâmica, e ainda a ultrassonografia associada ao Doppler
colorido. Pode-se concluir que a US com Doppler colorido é o melhor método para se
acompanhar a progressão da DRPAD e para o diagnóstico da doença os exames mais eficazes
são os de TC e RM.
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Citação
RODER, Ana Flávia Vidotti. Estudo comparativo entre os métodos de diagnóstico por imagem para a avaliação da doença renal policística autossômica dominante no adulto, 2011. Monografia (Curso Superior de Tecnologia em Radiologia) - Faculdade de Tecnologia de Botucatu, 2011