Consumo de medicamentos por gestantes e a importância da orientação farmacêutica
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214
Resumo
Este trabalho tem como objetivo abordar os riscos associados ao uso de
medicamentos durante a gestação, destacando os possíveis efeitos tóxicos e
teratogênicos no embrião ou feto, como malformações congênitas, deficiências
funcionais, retardo no crescimento intrauterino e até mesmo morte fetal. Trata-se de
uma revisão bibliográfica realizada por meio da análise de artigos científicos, livros e
documentos oficiais, publicados entre os anos de 2010 e 2024, coletados em bases
como SciELO, PubMed e Google Acadêmico. A seleção incluiu estudos que discutem
a farmacocinética na gestação, os riscos por classe terapêutica e a importância da
orientação profissional. Os resultados apontam que, devido às limitações éticas na
realização de testes em gestantes, os dados sobre os efeitos fetais de diversos
fármacos ainda são incertos. No entanto, evidências observacionais destacam a alta
vulnerabilidade fetal, especialmente no primeiro trimestre de gestação — fase crítica
do desenvolvimento embrionário — quando o feto mede entre 6 e 8 cm. O estudo
reforça a importância do acompanhamento profissional, em especial do farmacêutico,
para orientar as gestantes quanto ao uso racional de medicamentos e colaborar com
a equipe médica, minimizando os riscos à saúde materno-fetal.
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SOUZA, Carlos Eduardo de; SILVA, Jeferson de Jesus; SANGALI, Mario Augusto do Santos; GONÇALVES, Rayssa Vitoria. Consumo de medicamentos por gestantes e a importância da orientação farmacêutica. Serrana, 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Farmácia) — Centro Paula Souza, Escola Ângelo Cavalheiro.