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Consumo de medicamentos por gestantes e a importância da orientação farmacêutica

Resumo

Este trabalho tem como objetivo abordar os riscos associados ao uso de medicamentos durante a gestação, destacando os possíveis efeitos tóxicos e teratogênicos no embrião ou feto, como malformações congênitas, deficiências funcionais, retardo no crescimento intrauterino e até mesmo morte fetal. Trata-se de uma revisão bibliográfica realizada por meio da análise de artigos científicos, livros e documentos oficiais, publicados entre os anos de 2010 e 2024, coletados em bases como SciELO, PubMed e Google Acadêmico. A seleção incluiu estudos que discutem a farmacocinética na gestação, os riscos por classe terapêutica e a importância da orientação profissional. Os resultados apontam que, devido às limitações éticas na realização de testes em gestantes, os dados sobre os efeitos fetais de diversos fármacos ainda são incertos. No entanto, evidências observacionais destacam a alta vulnerabilidade fetal, especialmente no primeiro trimestre de gestação — fase crítica do desenvolvimento embrionário — quando o feto mede entre 6 e 8 cm. O estudo reforça a importância do acompanhamento profissional, em especial do farmacêutico, para orientar as gestantes quanto ao uso racional de medicamentos e colaborar com a equipe médica, minimizando os riscos à saúde materno-fetal.

Descrição

Citação

SOUZA, Carlos Eduardo de; SILVA, Jeferson de Jesus; SANGALI, Mario Augusto do Santos; GONÇALVES, Rayssa Vitoria. Consumo de medicamentos por gestantes e a importância da orientação farmacêutica. Serrana, 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Farmácia) — Centro Paula Souza, Escola Ângelo Cavalheiro.

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Governo do Estado de SP