Radioterapia em câncer uterino: evolução das técnicas e resultados
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112
Resumo
O câncer de colo de útero é a segunda neoplasia mais comum entre as mulheres, é a quarta
causa de óbito de mulheres no Brasil, por isso é importante fazer exames preventivo
(Papanicolau) anualmente. A principal alteração que pode levar ao câncer é a infecção pelo
Papilomavírus Humano (HPV), entre outros; tabagismo, multiplicidade de parceiros sexuais,
higiene etc. O objetivo desta pesquisa foi analisar a forma de tratamento da radioterapia no
câncer uterino, estudando seus princípios técnicos, desenvolvimentos tecnológicos e analisar
suas reações biológicas em tumores uterinos, compreender a resposta terapêutica e as reações
adversas do tratamento. Por ser um tratamento que utiliza radiação ionizante, impedindo que
as células cancerígenas aumentem, o número de aplicações depende do estadiamento clinico,
localização e profundidade do tumor de cada paciente, podendo ser feita de duas maneiras:
Teleterapia e/ou Braquiterapia; ambas podem causar diarreia e cólicas abdominais, durante o
tratamento da radioterapia externa Acelerador linear ou Telecobalterapia; a bexiga pode ser
afetada com aparecimento de disúria e aumento de frequência urinária, dentre outros
sintomas. Neste trabalho foi realizado um estudo no setor de Radioterapia da UNESP de
Botucatu analisando estatisticamente as informações obtidas das fichas técnicas do
atendimento radioterápico das pacientes assistidas durante o período janeiro de 2000 a
outubro de 2013. Foram analisadas 3686 fichas onde 2528 correspondiam a cânceres
ginecológicos, que correspondem a 69%, sendo 9% câncer de colo uterino.
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RIBEIRINHO, Adriana Ferreira. Radioterapia em câncer uterino: evolução das técnicas e resultados, 2013. Monografia (Curso Superior de Tecnologia em Radiologia) - Faculdade de Tecnologia de Botucatu, 2013