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Comparativo entre as diferentes vias de acesso vascular para intervenções coronarianas percutâneas

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112

Resumo

A angiografia coronariana apresenta o propósito de indicar com precisão a existência de lesões que sofram de obstruções severas, determinar o grau de comprometimento da doença e a condição peculiar sistólica do ventrículo esquerdo. Este estudo apresenta o objetivo de demonstrar as particularidades, versatilidade, estimativa e aplicabilidade entre as diferentes vias e técnicas de acesso vascular para intervenções coronarianas percutâneas, por cateterismo, via punção: arterial femoral e arterial radial, e por meio de dissecação, via artéria braquial, dentro do método de aquisição de imagens da Radiologia Intervencionista, apresentando as principais vantagens e desvantagens em relação as diferentes vias de acesso vascular, possibilitando a discussão sobre a utilização e a importância de cada técnica, favorecendo que os procedimentos sejam precisos, e com isso, obtendo uma melhor qualidade da imagem, evitando a repetição dos exames, consequentemente, possibilitando menos gastos financeiros por procedimento, sendo dados coletados através de revisão da literatura, realizada em bibliotecas da UNESP e FATEC, e base de dados diversos, sendo reconhecidos para pesquisa de artigos científicos como o SCIELO. A artéria femoral é a opção preferencial para se obter o acesso vascular na realização de intervenções coronarianas percutâneas em casos de pacientes que apresentem estados clínicos mais graves, devido ao extenso conhecimento adquirido pela prática com o procedimento. A obtenção do acesso pela artéria radial vem ganhando atenção pela redução do período de permanência hospitalar, diminuição dos gastos hospitalares, a inexistência de amplos nervos ou veias próximas à artéria, possibilitando um menor perigo de dano nervoso ou fístula arteriovenosa, maior bem estar ao paciente, menor perspectiva de ocorrer incidências hemorrágicas e maior acessibilidade e simplificando a sua constrição, além de não ser considerada uma artéria terminal. A dissecação da artéria braquial não é um procedimento muito realizado, pois a sua obtenção proporciona maior dose de radiação ionizante aos indivíduos ocupacionalmente expostos, devido a maior proximidade do tubo de raios-x, provocando as maiores concentrações de doses nas mãos, no cristalino e no joelho. Contudo, a sua prática apresenta a diminuição do tempo de observação após o término do procedimento.

Descrição

Citação

SANTOS, Leandro Henrique dos. Comparativo entre as diferentes vias de acesso vascular para intervenções coronarianas percutâneas, 2012. Monografia (Curso Superior de Tecnologia em Radiologia) - Faculdade de Tecnologia de Botucatu, 2012

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Governo do Estado de SP